Cirurgia Ginecológica Cirurgia Minimamente Invasiva

O conceito de Cirurgia Minimamente Invasiva envolve a realização de procedimentos por via endoscópica, podendo ser a videolaparoscopia ginecológica diagnóstica e cirúrgica ou a histeroscopia diagnóstica e cirúrgica, além de procedimentos por robótica. Na ginecologia, ainda temos a cirurgia via vaginal e as cirurgias abertas por via abdominal, sendo esta última não considerada como cirurgia minimamente invasiva.

Os procedimentos de videolaparoscopia evoluíram muito nos últimos anos. A visualização com óticas cada vez mais potentes e com imagens cada vez mais detalhadas (em algumas situações com uso de imagem 3D), nos dá a segurança de oferecer uma cirurgia com maior precisão e maior delicadeza. Desta forma, conseguimos otimizar a fertilidade e preservar nervos e órgãos.

Nos últimos 25 anos, a Cirurgia Minimamente Invasiva foi um dos maiores avanços da medicina cirúrgica. A tecnologia foi um dos principais aliados para a transformação dos procedimentos nos dias atuais.

As cirurgias que podem ser realizadas por CMI, são desde cirurgias eletivas assim como cirurgias de urgência.

Vantagens da Cirurgia Minimamente Invasiva (CMI)
  • Menor trauma cirúrgico
  • Menor tempo de internação
  • Menor risco de infecção
  • Menor perda sangue
  • Menor quantidade de medicamentos para dor
  • Melhor resultado estético
  • Retorno precoce as atividades
  • Menor custo geral
Videolaparoscopia

A videolaparoscopia consiste na introdução de uma ótica pela região umbilical, que fica ligada à uma microcâmera que transmite a imagem para um monitor de vídeo. Também são introduzidas no abdômen pinças de trabalho por pequenas incisões que variam de 2,5mm a 12mm, dependendo do procedimento.

A videolaparoscopia, teve importantes avanços no diagnóstico de infertilidade e tratamento de patologias como: endometriose, miomas, sangramento uterino anormal, tumores ovarianos, lesões tubárias alterações da anatomia do útero.

A partir destas pequenas incisões, é possível avaliar toda a cavidade abdominal, através da visualização em alta definição, de órgãos pelo qual, por via convencional não seriam visualizados.
Esta técnica nos permite realizar o tratamento de muitas doenças pela CMI, como:

  • Miomas
  • Sangramento uterino anormal
  • Malformações uterinas
  • Adenomiose
  • Endometriose
  • Infertilidade
  • Tumores ovarianos
  • Alterações tubárias
  • Tratamento de prolapsos vaginais
  • Diagnóstico e tratamento de dor pélvica
Dra. Jaqueline Behrend Dra. Jaqueline Behrend

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